“Se ele fosse forte mesmo o Lula tinha apoiado ele para governador”, dispara Rafael contra Weverton

A temperatura política no município de Timon, um dos dez maiores colégios eleitorais do Maranhão, permanece subindo à medida que se aproxima o pleito de outubro.

Pré-candidato com o apoio do Palácio dos Leões à sucessão da prefeita Dinair Veloso (PDT), que tentará renovar o mandato, o deputado estadual Rafael criticou o senador Weverton Roha, presidente estadual do pedetismo e apoiador da atual gestora juntamente com o grupo Leitoa.

Questionado, durante entrevista concedida a uma rádio da região, sobre a possibilidade de WR conseguir atrair, via Brasília, para o projeto da prefeita a federação PT/PC do B e PV, o parlamentar disse não acreditar na força do senador para alcançar tal proeza.

“Se ele fosse forte mesmo o Lula tinha apoiado ele para governador. O Lula apoiou o Brandão”, disse Rafael referindo-se ao pleito de 2022, quando Weverton ficou em terceiro lugar e Carlos Brandão reelegeu-se no primeiro turno com o apoio do atual presidente da República.

“Ele poderia concentrar as suas forças em outros problemas cruciais aqui da nossa cidade e do nosso Estado. Fazer esse tipo de picuinha partidária, né, esse enfrentamento, esse dizer que se não dar vai romper, esse tipo de chantagem, eu acho que está muito abaixo de um senador da república”, completou.

Sobre o deputado federal licenciado e ministro da Comunicação, Juscelino Filho (União Brasil), aliado de Weverton e de Dinair, Rafael avaliou que o parlamentar, apesar de ser auxiliar Lula, não votou nele e, por este motivo, não teria influência para interferir nas alianças partidárias em Timon.

“Ele é ministro do Lula, mas não votou nele. Ou eu estou errado? Todo mundo acompanhou o processo eleitoral e não votaram no Lula. Para ele, Juscelino, era melhor o Bolsonaro ter continuado”.

“Se ele fosse forte mesmo o Lula tinha apoiado ele para governador”, dispara Rafael contra Weverton
quarta-feira, março 13, 2024 | By Blog do Neto Weba | Editar postagem

A temperatura política no município de Timon, um dos dez maiores colégios eleitorais do Maranhão, permanece subindo à medida que se aproxima o pleito de outubro.

Pré-candidato com o apoio do Palácio dos Leões à sucessão da prefeita Dinair Veloso (PDT), que tentará renovar o mandato, o deputado estadual Rafael criticou o senador Weverton Roha, presidente estadual do pedetismo e apoiador da atual gestora juntamente com o grupo Leitoa.

Questionado, durante entrevista concedida a uma rádio da região, sobre a possibilidade de WR conseguir atrair, via Brasília, para o projeto da prefeita a federação PT/PC do B e PV, o parlamentar disse não acreditar na força do senador para alcançar tal proeza.

“Se ele fosse forte mesmo o Lula tinha apoiado ele para governador. O Lula apoiou o Brandão”, disse Rafael referindo-se ao pleito de 2022, quando Weverton ficou em terceiro lugar e Carlos Brandão reelegeu-se no primeiro turno com o apoio do atual presidente da República.

“Ele poderia concentrar as suas forças em outros problemas cruciais aqui da nossa cidade e do nosso Estado. Fazer esse tipo de picuinha partidária, né, esse enfrentamento, esse dizer que se não dar vai romper, esse tipo de chantagem, eu acho que está muito abaixo de um senador da república”, completou.

Sobre o deputado federal licenciado e ministro da Comunicação, Juscelino Filho (União Brasil), aliado de Weverton e de Dinair, Rafael avaliou que o parlamentar, apesar de ser auxiliar Lula, não votou nele e, por este motivo, não teria influência para interferir nas alianças partidárias em Timon.

“Ele é ministro do Lula, mas não votou nele. Ou eu estou errado? Todo mundo acompanhou o processo eleitoral e não votaram no Lula. Para ele, Juscelino, era melhor o Bolsonaro ter continuado”.

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